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Pé de princesa...

por Gajo, em 09.12.15

pé.jpg

 

(Reposição do Facebook)

 

Esta nova coleção da Diesel, mais especificamente o modelo que vos mostro na fotografia. Certamente será uma nova tendência para aquelas pessoas que necessitam de estar em contacto com o chão que pisam. Claro que para usufruir do modelo na sua plenitude, convém que os dois dedos mais pequenos sejam extensíveis como estes, bastando esticá-los para sentir a superfície. São ótimos para quem trabalha na construção, pois deixando crescer a unha do dedo pequeno, dará para fazer as necessárias marcações, sem necessitar de se agachar. Para ver a temperatura da água sem se descalçar também são indicados. Outra valência que esta sandália tem é se conseguir dobrar os dedos para baixo, terá uns sapatos perfeitamente normais. Nesta situação é aconselhável colocar duas unhas postiças para que não fiquem só dois cotozinhos a aparecer. Quem concebeu este modelo podia ter feito a base do sapato maior, que comportasse os dedos todos, mas o objetivo, segundo apurei, foi abranger aquelas pessoas que só têm três dedos. O conforto desta sandália é notório e na parte onde a planta do pé não assenta, essa entrada de ar, serve como refrigerador para evitar o mau cheiro. Numa coisa o criador esteve bem. Para que o sapato não se estrague rapidamente, o dedão vai servir de para-choques, saindo da plataforma o suficiente, para que o utilizador chegue a casa com os sapatos novos e os dedos grandes dos pés desgastados o suficiente para ficarem à face.

 

Ou foi isto que aconteceu ou o sapato é pequeno para o pé ou o pé grande para o sapato. Ok é o mesmo. Também referir que o modelo de pés deixam um pouquinho a desejar. Não é comum ver um polvo de sandálias. Esta sandália também trás um kit de primeiros socorros e respetivo seguro. O governo quer proibir o uso desta sandália para evitar as reformas por invalidez

.

 

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publicado às 11:03

Macho português

por Gajo, em 09.12.15

nuno.jpg

E diz muito bem o fadista de 64 anos, não confundir com 1064 anos. Acrescenta ainda que "não acha que [a homossexualidade] seja genético e que 80%, 90% das opções são mesmo opções".

 

De acordo. Quantos homens não foram comprar um relógio e como era mais barato e porque também está na moda, optaram por fazer amor no rabo com o Renatão? Ou uma mulher, que apesar de gostar de brincar gazua nervosa, para ser moderna ao pé das amigas, diz prefere mimar o tapete de entrada da Laurinda ?


O Nuno termina com esta pérola. Enquanto tiveres uma voz grossa tens hormonas masculinas". Lá está, finalmente um razão válida para convencer pitecantropos. Aliás, a bastonária da ordem dos advogados, que tem voz de provador de bagaceiras em jejum, à noite deve transformar-se num lenhador. Agora já sabem que além de ser moda, quando conhecerem uma mulher de voz grossa, desconfiem sempre. A saia, os seios naturais, e o dizer ser heterossexual, pode ser só para disfarçar o jimbras adormecido, segundo o Nuno.

Mas não é de estranhar esta relação do Câmara com as novas tendências, dado que é um homem que gosta de aderir a determinadas modas muito em voga em Portugal: "Nuno da Câmara Pereira teve equivalências anuladas na Lusófona" - In Observador

Há opções e modas e as do Nuno não são nada recomendáveis...Mas neste caso, ser discípulo do Relvas não é genética, é mesmo opção. O que é ainda mais grave.

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publicado às 00:40

Obrigado por aparecerem

por Gajo, em 08.12.15

limpezas.png

 

Olá olá, sempre apareceram para ver a minha nova casa? Minha como quem diz! Nossa, que isto sem vocês não tem piada nenhuma. Eláaaa…E são muitos…Estragam-me com mimos é o que é. Sintam-se à vontade, arrumei tudo, apanhei o cotão, estão uns bolinhos aí na mesa, não se inibam. Só um momentinho que vou ligar a TV para criar ambiente. Aproveitem os maples para descansarem e espalhem-se por aí. É verdade que por a casa ser nova não tem nada para ver, mas mesmo assim podem dar um lamiré, ver as paredes e como está disposta a mobília já existente. A vossa opinião, como sempre, é muito importante para mim.

 

Decidi abrir este novo espaço, estava a precisar de espairecer, e dar um novo fôlego às coisas. Mas não prescindo de vos trazer comigo. É claro que vou continuar a postar no facebook como até agora, mas determinados posts, mudarão para esta nova casa, porque aqui sou mais livre. Tanto a escolher imagens, como na linguagem, ou no cariz de alguns posts, que na mira dos mais sensíveis e dos indignados profissionais, podiam fazer com que me denunciassem a página...

 

Dito isto, como nunca pedi nada, e vocês são testemunhas disso, nada melhor que começar logo a pedinchar para compor esta nova moradia. Se não der muito trabalho peço-vos, que ali no lado direito onde diz "Mais Sobre Mim", cliquem no "Seguir Perfil", que está por baixo do ver perfil, e sigam o Blog. É muito importante para mim, e dá-me motivação para continuar. Vá lá, não custa nada e Muito obrigado.

 

Espero que tenham gostado e que apareçam mais vezes. Não é preciso convite, isto também é vosso.

 

Obrigado,

 

Gajo

 

PS - Brevemente lá teremos de falar no grande Pedro Arroja que voltou a espalhar magia.

 

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publicado às 01:49

Falar a sério, mas só uma vez

por Gajo, em 07.12.15

Vamos lá falar a sério. A propósito dos posts que faço sobre política, alguns surgem aqui insultando-me com palavras mais ou menos agressivas, vinculando-me a um ou outro partido, a determinada ideologia, e quando a argumentação é sofrível, há o ataque à minha condição de desempregado, insinuando a minha burrice, que, admito, em várias situações da minha vida foi, é, e será manifesta. Ao invés de uma franja de iluminados que têm a verdade suprema, eu sou um tipo normal, cheio de defeitos, algumas, poucas, virtudes, mas totalmente despretensioso. Não sou vendedor de moral e muito menos evangelizador. Isto por uma razão simples: querer evangelizar é feio, pois à partida, quem o faz, depreende que os outros não sabem pensar pela sua cabeça. Coisa que, renego, desde o intelectual mais capacitado, à pessoa mais humilde e com a escolaridade do Miguel Relvas.

 

Infelizmente quem chega aqui com essa postura bate na trave e perde tempo. Sou bastante definido naquilo em que acredito, e condescendo sempre com aqueles que necessitam do insulto para fazer vingar as suas ideias. É demasiado simples desarmá-los e não é a menorizar ninguém que me sinto feliz. É sim a fazer rir. Aliás, quando o deixar de conseguir enrolo a manta e vou pregar para outra freguesia.

 

Dito isto, a política para mim não existe: não acredito em nada nem ninguém até prova em contrário. Vou comentando consoante a atualidade. Estou-me bem borrifando para a direita ou para a esquerda. Para o Sócrates, o Passos, o Costa, o Cavaco, a Catarina ou o Jerónimo. Quero o melhor para mim, para os meus e para todos, sejam eles de que quadrante for. Não vejo o meu semelhante como "esquerdalho" ou "direitolas" consoante aquilo que pensa, concorde, mais, menos, ou nada. Não ligo. Quer dizer ligo, mas não perco tempo com isso. Não faço política. Hoje vemos portugueses contra portugueses, entrincheirados, por causa da política e de pessoas que nos têm roubado ao longo de anos. Isto é uma loucura caros amigos.

 

Digo o que penso, ouço e leio o que os outros pensam, faço a seleção e interajo com quem quero. É esquisito eu ir à casa de alguém insultá-lo porque não pensa como eu. Virem à minha página insultar-me é espetacular. Não peço que concordem. Aliás, respondo mais até aos que discordam. Para esses, podem não acreditar mas é possível não ler, até tirar o like da página. Falo muito a sério. Eu quando não gosto faço isso e não dói nada. Alivia. Digo mais: raras as vezes a minha opinião, crenças, e valores está expressa. Há um olhar sobre algo que no momento está na berra, para fazer um texto de humor. E quem governa é a face mais visível, como será agora António Costa, que já tenho nome para ele: Tony Coast. Não esquecer que o humor trabalha com o "mau". Se António Costa fizer 30 coisas boas e uma má é na má que vou pegar. Funciona assim. Quero que riam, nada mais!

 

Para me perceberem: há ideias do PC que concordo, do Bloco que apoio, do PS idem, e do PSD (não este) igualmente. Tal como do CDS. Bom do CDS já me estou a esticar. Do CDS só os bronzes que o Portas apresenta em Janeiro que é quando estou transparente. A história em que dizemos a tudo não porque vem da direita,ou a tudo sim porque vem da esquerda (ou vice versa), irrita-me. Se não estamos de acordo todos dias com a nossa família de quem gostamos incondicionalmente, como é possível apoiar tudo o que sacanas dizem só porque estamos numa das barricadas?

 

Quando o Engenheiro José Sócrates enterrou isto, achei que devia sair, e vir outro. Quando o Passos entrou e começou a mentir e a insultar o povo com a sua governação, aliado ao yoyo do Paulo Portas, achei que já foi tarde. Se o Costa começar a meter os pés pelas mãos, é ir a andar o mais rápido possível. Agora, não me peçam para começar a rasgar o homem quando ainda não há motivos. Claro, há o João Soares. Mas esse é agenciado pelo progenitor e tem sempre lugar na equipa, tanto para calar o pai, como os contestatários "seguristas". Mas já sei. Enquanto falei do Passos fui "esquerdalho", e quando começar a martelar o "Costa, porque o irei fazer, serei o fascista "direitolas". No entanto nunca esqueçam que o meu primeiro objetivo é fazer rir.

 

Se acham que tenho alguma esperança neste acordo à esquerda? Zero! Zero, porque como disse, ver para crer. Eles não querem saber de nós. Depois de lá estarem só pensam neles. Se o PS pensa em termos de tacho, o Bloco e o PC pensam em termos de números nas próximas eleições. Se assim não é, que me provem. Não acredito em ninguém na política, simples…

 

Não há um partido que já não me tenha convidado para "ir ouvir, sem compromisso". Nunca o fui nem irei, porque não tenho nada para "ouvir" e sim para falar. Farto de ouvir estou eu.

 

Gajo

 

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publicado às 10:47

desentupir.jpg

 

Por norma trago assuntos importantes, mas hoje consigo combinar dois temas que não me tenho debruçado com a atenção que merecem: a dinâmica do uso da caixa multibanco e o silicone usado em doses generosas. Ontem precisei de ir a uma caixa multibanco várias vezes e reparei que uma franja de pessoas com mais uns aninhos, substituiu uma tarde bem passada no centro de saúde, e as "madrugadas" numa agradável fila da Caixa Geral de Depósitos, para tirar o saldo, por excursões à caixa multibanco.


Dito isto, apanhei um destes grupos excursionistas, no caso, duas senhoras, que quando saíram da frente do multibanco, não tenho dúvidas que levavam meio Pinhal de Leiria em talões. Depois, são provocadores: fazem questão de mostrar em leque as contas que têm para pagar, para vincar que estão para ficar. Este grupo, nunca, mas nunca leva logo o cartão na mão. Abrir a mala e procurar o cartão no meio do entulho é ponto de honra.
É um clube que quando inicia as operações, alguém que não saiba, pensa que fazem parte da assistência técnica, pois parece que estão a fazer programação informática. Só para início das hostilidades enfiam o cartão ao contrário e barafustam que "a máquina está avariada". O erro no código é a cereja no topo do bolo, para voltarem a fazer tudo de novo. "É o que digo, a máquina não está boa".


Muito importante: tiram o saldo antes das operações, com a irritante retirada do talão e do cartão, para tranquila análise do dinheiro disponível, para posterior nova e pachorrenta inserção do cartão. Sim, não podem ver o saldo na máquina porque deixaram os óculos em cima do maple. Nesta altura apetecia-me fazer coisas que doessem à senhora. Insultá-la, já me aliviava. Ainda soprei e fiz aqueles sons, bati o pé, olhei de soslaio, mas zero de resultado.
Não esquecer que o cartão tem que ser lenta e obrigatoriamente guardado em frente à máquina, no porta-moedas, que está outra vez dentro da mala. O cartão por norma é posto por detrás da fotografia da filha e dos netos, que está dobrada para não se ver o genro.

 

E sim, desisti, e fui à procura de outro multibanco.

 

No outro multibanco correu tudo bem, não fosse desta vez uma senhora fazer-me boquinhas involuntárias devido ao silicone que tinha nos lábios. Passo a explicar: quando cheguei, a senhora que estava a utilizar o multibanco virou-se para trás, e fiquei automaticamente siderado. Mesmo que não quisesse, os lábios carnudos chamavam por mim. Tinham vida própria. E ponham carnudos nisso. Aquilo ainda eram duzentas e cinquenta de carne limpa. Tinha umas beiçolas parecia um aspirador de água, daqueles que até ripas de parquet levantam. Logo ainda a confundi com um papa-formigas com cieiro, mas afinal não era. Não tenho dúvidas que se a senhora em análise algum dia tiver problemas de emprego, pode perfeitamente apostar no desentupimento de ralos. Vocês dizem, "é que exagerado", e eu respondo que aqueles lábios tinham silicone que davam para calafetar o rodapé de uma sala de 40 metros. Mais, não acredito que aquela senhora algum dia consiga beber por uma palha. Uma palha ali, é como se estivesse a chupar um fio de esparguete. Uma palha para ela nunca pode ser menos que um tubo de canalização, para sentir alguma coisa nos bifes.


Espero que me deem o devido valor por ter resistido a fazer piadas a atirar para o chavasqueiro com os lábios do papa-formigas.

 

Se chegaram aqui, eu avisei que ia descambar. Isto está a virar um pardieiro.

 

PS - Eu tenho o hábito de quando tenho de fazer mais que uma operação dar o lugar, e depois volto ao que tenho a fazer. Mas cheira-me que vou rever esta postura em determinadas situações…ou não!

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publicado às 04:53

lesados.pngEsta altura de Natal deixa-me chateado. Vocês dizem: "epá, não fiques assim só por causa que a Adele lançou um disco". Podia ser, mas não é por isso. Nem devido ao senhor da pastelaria aqui da esquina ter sido multado ao ser apanhado a gamar um pinheiro. Eu disse-lhe: "vizinho, dois manos entrarem de furgão numa propriedade alheia, e começarem a serrar árvores dá um bocado nas vistas…Só faltava levarem sirenes…". Eu ri-me para quebrar o gelo e ele: "é pão que quer"? Ele ficou assim a olhar para mim, eu calei-me e acenei que sim timidamente. Pela maneira que me olhou, se eu desaparecer, vão a casa dele e escavem-lhe o quintal.

 

Também não é por causa da violência que assistimos na televisão na noite de Natal. Não estou a falar dos filmes, atenção. Como é óbvio estou a falar dos discursos do Cavaco. Já era tempo de o Exterminador Implacável voltar a ser o Arnold Schwarzenegger. Ainda assim, a parte do Cavaco falar a mastigar um marshmallow imaginário e sorrir involuntariamente, é a última prenda de Natal do Presidente ao povo. Depois, é a derradeira comunicação de Cavaco, o que só por si já nos deixa aquele quentinho.

 

No entanto o sôr Silva, e aqui temos de dar a mão à palmatória, foi um dos principais promotores de recuperarmos o verdadeiro espírito natalício. Ao apoiar medidas que fomentaram o desemprego e os vários cortes nos rendimentos dos portugueses, estimulou que a abertura de prendas na casa da esmagadora maioria das famílias portuguesas demore menos tempo que o Aníbal acordado depois da Maria lhe dar o xarope da noite, obrigando-os a virarem-se para o amor.

 

Mas na realidade o que me começa a deixar mesmo irritado com o aproximar do Natal….são os lesados do Natal. Os lesados do Natal são por norma indignados profissionais. Os que precisam pelo menos de uma indignação diária para manterem o equilíbrio. São aqueles que não vão votar nas eleições e queixam-se que isto está mau. Um lesado do Natal pode indignar-se 5 ou mais vezes ao dia no facebook; é "Charlie"; vai contrariado ao Black Friday", mas faz um post indignado com o consumismo em que vivemos, porque demorou 4 horas a pagar uns calções de ciclista, um centro de mesa em inox, e uma chave de rodas; tudo a metade do preço. O indignado do Natal é contra o acordo ortográfico, dizendo com ironia que facto passou a escrever-se "fato", e espectador passou a escrever-se "espetador", quando continua a escrever-se "facto" e "espectador". O lesado do Natal indigna-se sem dar por isso. É um "toxicodependente" que começa a "consumir" numa caixa de comentários até ficar "agarrado" e passar a fazer posts próprios.

 

Um lesado do Natal é contra ou não comemora o Natal porque o Natal é hoje "uma época consumista".

 

Um indignado do Natal ainda não interiorizou que é livre para receber ou comprar prendas, ou para comemorar o Natal. Ou que pode perfeitamente passar o Natal com a família e a meia noite simplesmente a abraça-la, sem abertura de prendas. O Natal cada um passa-o como quer e somos nós que o fazemos mais ou menos "consumista". Antes de nos indignarmos com o que se passa à nossa volta, talvez seja interessante indignarmo-nos primeiro connosco. A nós temos capacidade de nos mudar, aos outros é praticamente impossível. E é mais fácil. E se muitos mudarmos, o mundo muda.

 

O meu Natal há muitos anos é terrivelmente consumista ao nível do amor. Nunca chega. Ter a "malta" à roda da mesa, chega-me, e nunca sobra. A prenda que recebo no Natal além do amor, são os 3 quilos que ganho entre o sofá e a mesa - e as flanelas. Cada vez menos, é um facto.

 

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publicado às 01:02

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